segunda-feira, 13 de abril de 2015

O dia em que acordei sem rima

Esse deveria ser um poema, que falasse de sonhos, talvez  de barcos de papel,  mas transformei em palavras corridas que se arrastam, sem arranjo algum, ou até mesmo sem o alinhado dos versos.
Assim somos nós, todo o santo ou inferno dia, tentando organizar em versos e rimas, a doce e amarga vida. Vida essa, que se emaranha e vai riscando o vinil do encanto.


Alguém por favor dê vermifugo pra esse gato! Gato chato e dramático! BURN!

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