Esse deveria ser um poema, que falasse de sonhos, talvez de barcos de papel, mas transformei em palavras corridas que se arrastam, sem arranjo algum, ou até mesmo sem o alinhado dos versos.
Assim somos nós, todo o santo ou inferno dia, tentando organizar em versos e rimas, a doce e amarga vida. Vida essa, que se emaranha e vai riscando o vinil do encanto.
Alguém por favor dê vermifugo pra esse gato! Gato chato e dramático! BURN!