Passar a vida de modo simples, sem ao menos ir de encontro com o caos, é no mínimo uma forma de viver superficialmente.
De quando em vez é preciso mergulhar de cabeça no raso e acabar com traumatismo craniano, isso
pra se sentir vivo, e mais que isso, se sentir parte desse manicômio redondo que gira e gira até deixar a gente tonto.
E isso não tem a ver com exatamente mudar o mundo, mas procurar viver bem, trabalhar duro, arriscar como quem merece, até porque o que importa não são coisas, são as pessoas.
Mudar de cor, reinventar de novo e de novo, andar até dar um jeito no pé, rezar até sentir que não está sozinho. Enfim, abraçar o mundo, e o sentir girar até chegar sua vez.
Mudar de cor, reinventar de novo e de novo, andar até dar um jeito no pé, rezar até sentir que não está sozinho. Enfim, abraçar o mundo, e o sentir girar até chegar sua vez.

